Coisas que aprendi com você

No amor de Carolina e Renata a nossa homenagem às mães! (foto: Jean Tosetto)


Em tributo ao “Dia das Mães” no segundo domingo do mês de maio, compartilhamos com os prezados leitores o texto abaixo, de autor desconhecido. Um texto que mães e pais deveriam ler lembrando-se do fato que seus filhos estão olhando vocês e memorizando não só o que vocês dizem como, especialmente, o que vocês fazem.

“Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você pegar o primeiro desenho que fiz e prendê-lo na geladeira, e, imediatamente, eu tive vontade de fazer outro para você.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você dando comida a um gato de rua, e eu aprendi que é legal tratar bem os animais.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você fazer meu bolo favorito para mim e eu aprendi que as coisas pequenas podem ser as mais especiais na nossa vida.

Quando você pensava que eu não estava olhando, ouvi você fazendo uma oração, e eu aprendi que existe um Deus com quem eu posso sempre falar e em Quem eu posso sempre confiar.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você fazendo comida e levando para uma amiga que estava doente, e eu aprendi que todos nós temos que ajudar e tomar conta uns dos outros.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você dando seu tempo e seu dinheiro para ajudar as pessoas mais necessitadas e eu aprendi que aqueles que têm alguma coisa devem ajudar quem nada tem.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu senti você me dando um beijo de boa noite e me senti amado e seguro.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você tomando conta da nossa casa e de todos nós, e eu aprendi que nós temos que cuidar com carinho daquilo que temos e das pessoas que gostamos.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi como você cumpria com as suas responsabilidades, mesmo quando não estava se sentindo bem, e eu aprendi que tinha que ser responsável quando eu crescesse.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi lágrimas nos seus olhos, e eu aprendi que, às vezes, acontecem coisas que nos machucam, mas que não tem nenhum problema a gente chorar.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi que você estava preocupada e eu quis fazer o melhor de mim para ser o que quisesse.

Quando você pensava que eu não estava olhando, foi quando eu aprendi a maior parte das lições de vida que eu precisava para ser uma pessoa boa e produtiva quando eu crescesse.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu olhava para você e queria te dizer: Obrigado por todas as coisas que eu vi e aprendi, quando você pensava que eu não estava olhando!”

O “Dia das Mães” é muito especial para os filhos. Devem honrar sua mãe mostrando amor e gratidão por meio de flores, mimos, presentes, abraços e maior dedicação. 

O “Dia das Mães” serve também para lembrar as mães da necessidade que têm de Jesus, e de renovar os seus votos de lealdade a quem morreu por elas e por todos nós. É um dia em que as mães também devem examinar o alcance total do seu amor e trabalho em relação aos filhos. Têm dado mais atenção ao seu crescimento físico e mental, esquecendo-se de que os filhos também são espírito com um destino eterno? 

Há muita necessidade de mães e, sobretudo, de mães cristãs! Você tem uma boa mãe? Diga-lhe que a ama e a estima. É você uma boa mãe? Instrua os seus filhos no caminho de Cristo e seja um exemplo para eles.

- A todas as mães, o nosso abraço e votos de UM FELIZ E ABENÇOADO, DIA DAS MÃES!

- Pastor Alaor

Publicado originalmente no boletim informativo da CELC/SP - nº376


Ele não está aqui

Ovo de Páscoa pintado a mão por Alice Mantei Tosetto (foto: Jean Tosetto)

Quando o maior milagre de toda a história aconteceu, os soldados que montavam guarda do lado de fora do túmulo de Jesus, tremeram e fugiram, indo encontrar-se com seus chefes para relatar o que haviam visto com seus próprios olhos. Depois, embora tendo sido testemunhas oculares do fato, fascinados por uma boa quantia de dinheiro, mudaram seu relatório.

No domingo bem cedo, as mulheres dirigiram-se ao túmulo de Jesus, levando perfumes para perfumar o corpo de seu Mestre. Lá chegando, um anjo lhes dá a notícia da ressurreição: “Ele não está aqui”, Mt.28.6. Elas correm amedrontadas, mas alegres, para contar a novidade aos discípulos.

Pedro e João, avisados pelas mulheres, correm até o túmulo e além de verem que no interior do mesmo só estavam a faixa e os lençóis, também constatam: “Ele não está aqui” e voltam para casa.

Como tudo na vida de Jesus, sua ressurreição atrai reações contrastantes. Quem crê é transformado e sua vida se enriquece de esperança, amor e coragem para testemunhar da Verdade que liberta. Quem opta por não crer procura desculpas e acaba encontrando maneiras mesquinhas de ignorar evidências comprovadas pelos próprios olhos.

Qual é a nossa reação diante da ressurreição de Jesus? Talvez uma breve reflexão apenas, porque já conhecemos os fatos da história e sabemos que após a Sexta-Feira Santa vem o Domingo da Páscoa – a festa da vitoriosa ressurreição. E quem sabe até, por causa disso, não desfrutamos esta consoladora mensagem com todo o poder e paz que lhe são inerentes.

Cuidado! Não deixemos que a Páscoa se torne apenas um cântico de glórias e aleluias, num dia determinado. Mas que sua mensagem transforme realmente nosso coração e que, a partir dela, vivamos com alegria esta novidade de vida, ajudando sempre mais pessoas a participarem e partilharem esta realidade.

Atentemos para a sábia e inspirada advertência do apóstolo Paulo: “Se a nossa esperança em Cristo só vale para esta vida, nós somos as pessoas mais infelizes deste mundo.” 1 Co. 15.19.

- Pastor Alaor

Publicado originalmente no boletim informativo da CELC/SP - nº375